2012-02-03

 

«Uma nação que tem amor próprio não anda de mão estendida, nem a lamentar-se, cumpre os seus compromissos e volta-se a erguer, é esse o custo que o país sabe que tem de cumprir para sair da situação em que está e os portugueses terão muito orgulho em poder fazê-lo, porque não querem manter, como tiveram nos últimos dez anos, uma economia que não cresce e um desemprego a crescer continuamente», afirmou o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho no debate quinzenal na Assembleia da República.

O Primeiro-Ministro afirmou que o governo está a «fazer aquilo que é suposto um país honrado fazer», e que passado este ano difícil «teremos dado um passo importante para superar as dificuldades», acrescentou ainda a situação a que o País chegou não se deveu a vários anos da minha governação».

O Primeiro-Ministro referiu que o défice estrutural para 2011 representa «um desagravamento de 4,4% do PIB relativamente a 2010» e que o desequilíbrio externo teve uma redução de 2,1%: «As necessidades de financiamento externo do país estão a reduzir-se consideravelmente».

O Primeiro-Ministro afirmou ainda que «as funções essenciais do Estado estão preservadas ao nível da saúde, educação, segurança e justiça. São funções essenciais e estão asseguradas não obstante as grandes dificuldades que temos».

  

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