Jantar Temático do Núcleo PSD Valongo – “DESAFIOS PARA PORTUGAL” – Na RTP
Parabéns ao Núcleo do PSD de Valongo pelo enorme sucesso da iniciativa.
Aguiar-Branco apela à união dentro do PSD.
Sexta à noite, num encontro em Valongo, Aguiar Branco apelou à união do partido, para ultrapassar as dificuldades das autárquicas, e acusou ainda o PS de fugir ao debate sobre a reforma do estado por não ter um plano para apresentar.
Sobre a aplicação de eventuais sanções a militantes que apoiem publicamente outros candidatos, que não os do partido, José Pedro Aguiar Branco diz que o PSD não expulsa ninguém por pensar diferente.
BOAS FESTAS!
Caros Companheiros,
Nós, portugueses, atravessamos um momento particularmente difícil. Calcorreamos um caminho inóspito de crise financeira, social e mesmo política e de valores.
Mas a nossa força e vontade inesgotáveis perante os obstáculos são uma imagem de marca… da marca da nossa raça de sobreviventes, e por isso sei que este momento é ultrapassável.
Acredito que, mesmo com o fardo pesado que carregamos, conseguiremos ultrapassar e vencer todos os desafios.
E o que é o Natal, senão ACREDITAR?
Acreditar num rumo certo, num futuro seguro… Eu acredito!
Para isso, todos temos de unir esforços e conciliar interesses e objetivos.
Temos que acreditar no nosso concelho, na nossa gente, em NÓS!
A opinião de todos e de cada um de nós conta. Vivam mais PSD, vivam mais Natal!
Termino, desejando um Santo Natal e fazendo votos de um ano de 2013 com muita saúde e esperança.
Nuno Azevedo
Responsável pelo site e redes sociais da secção do PSD Valongo
VALONGO: Boas Notícias
O PSD/Valongo tem o prazer de informar que o Plano e Orçamento para o ano de 2013 foi aprovado na última reunião do Executivo Municipal, com seis votos favoráveis dos vereadores do PSD e da Coragem de Mudar, uma abstenção do Vereador independente Afonso Lobão e um voto contra do PS.
Trata-se de um Plano e Orçamento realista e rigoroso, pela primeira vez, sem empolamentos de receitas e obviamente sem qualquer despesa de índole eleitoralista. A diminuição das despesas permitiu, por exemplo, fixar a taxa de IMI em 0.36%, ou seja, uma das mais baixas do Grande Porto. Este esforço de redução da despesa espelha-se, também na diminuição de mais de 25% do número de funcionários entre 2010 e a presente data.
Importa salientar que a aprovação do orçamento de 2013 permitirá que o município de Valongo possa assegurar os compromissos assumidos com todas as associações do Concelho, traduzidos no reforço das verbas afectas aos protocolos e aos contratos-programa. Também significativas são as verbas afectas às despesas para apoio à acção social nomeadamente à acção-social escolar.
VEJA O DOCUMENTO EM PDF
Comunicado – “PS/Valongo brinca com coisas sérias” – 18/12/2012
PS/VALONGO
BRINCA COM COISAS SÉRIAS
Valongo, 18 de dezembro de 2012
O Plano / Orçamento para 2013 foi aprovado na reunião de hoje do Executivo Municipal, com seis votos favoráveis, uma abstenção e um voto contra.
Trata-se de um Plano e Orçamento realista e rigoroso, pela primeira vez, sem empolamentos de receitas e obviamente sem qualquer despesa de índole eleitoralista. A diminuição das despesas permitiu, por exemplo, fixar a taxa de IMI em 0.36%, ou seja, uma das mais baixas do Grande Porto. Este esforço de redução da despesa espelha-se, também na diminuição de mais de 25% do número de funcionários.
É assim, que uma Câmara que há pouco tempo alguns diziam em ruptura financeira e em risco de não ter dinheiro para salários, tem hoje uma situação de pagar a menos de 90 dias.
O PS/Valongo, através do único vereador presente, ao votar contra, mostrou uma grande irresponsabilidade e incapacidade para ser uma alternativa à presidência da câmara municipal de Valongo. A posição do PS mereceu a crítica de toda a restante câmara que acusou o líder municipal do PS/Valongo de ser incoerente, irresponsável e de neste momento colocar as próximas eleições autárquicas à frente dos Valonguenses.
O problema do PS/Valongo é que viabilizou um plano de saneamento financeiro que previa um financiamento de cerca de 25 milhões de euros e que custaria mais 18 milhões de euros que aquilo que a Câmara Municipal na presidência de João Paulo Baltazar conseguiu agora com o recurso ao Plano de Apoio à Economia Local comprometendo-se apenas com 16,4 milhões de euros.
É altamente irresponsável o facto do PS/Valongo em reunião de preparação do orçamento municipal não ter feito qualquer tipo de sugestão ou crítica e na reunião de hoje apenas questionar o desenho e a forma do documento.
Trata-se do modo de actuar do líder concelhio daquela estrutura que parece já não convencer ninguém, nem mesmo os eleitos locais. O PS/Valongo começou o mandato com 3 vereadores, que entretanto passaram a dois e hoje na reunião só estava presente um. E assim se mostra a capacidade e disponibilidade daqueles que se dizem alternativa.
Valongo e os valonguenses merecem mais respeito.
VER COMUNICADO EM PDF
“O relançamento da economia é uma prioridade central deste Governo”
Luís Leite Ramos apresentou as medidas do Orçamento que comprovam esta prioridade.
Luís Leite Ramos referiu-se, esta segunda-feira, a um conjunto de medidas excecionais de apoio ao financiamento da economia, nomeadamente incentivos à aquisição de empresas em situação económica difícil, o regime fiscal dos empréstimos externos ou o regime especial de tributação de valores mobiliários de dívida emitida por entidades não residentes constantes no Orçamento para 2013.
De acordo com o deputado, “estas medidas inscrevem-se na política do Governo de estímulo ao crescimento económico e à competitividade da economia portuguesa, através do apoio às empresas, do empreendedorismo e inovação, do emprego, do desenvolvimento regional, da concorrência, da energia, dos transportes e do turismo”.
“No Orçamento do Estado para 2013 o Governo compromete-se a garantir mais financiamento e recapitalização de empresas (através da linha caixa capitalização e do fundo de capitalização de PME e da linha de crédito para PME, dos fundos de revitalização e expansão empresarial, de incentivos para investimento empresarial no interior, ou ainda do regime iva de caixa, da liberação de cauções bancárias para as empresas de construção civil, da criação da taxa liberatória de 28% em sede de IRC para o arrendamento), a reforçar o apoio ao desempenho das exportações (através do invest QREN exportações e da garantias do estado às exportações) e a promover o empreendedorismo e a inovação (programa de incentivo à criação de empresas, passaporte para o empreendedorismo, vale empreendedorismo)”.
Face a estas medidas, Luís Leite Ramos considera que “o relançamento da economia é, a par da consolidação das contas públicas, uma prioridade central deste Governo e deste orçamento. Estas medidas demonstram-no, de forma inequívoca, como demonstram também que a promoção do crescimento da economia faz-se com medidas concretas e realistas e não com uma retórica sem substância e medidas fantasiosas”.



















